quarta-feira, 24 de agosto de 2016

É respeitando que se é respeitado!


 
 

Segundo comentários, o prefeito de Canavieiras, Almir Melo, andou deitando falação contra o Jornal Tabu, o que só serve para o revelar como um destemperado.Repercussão negativa.

Crítica – Arrogante e medíocre, não sabe aceitar democraticamente a crítica, diga-se, muito justa, aos desmantelos de sua administração nada produtiva, qual é a opinião geral da cidade.

Chulice – De resto, a chulice com que ataca o Jornal Tabu cabe, isto sim, à sua administração, sob todos os títulos reprovável. Nesta condição, está seu governo no domínio público. Como se vê.

Linguagem



O leitor quer saber em que circunstância se deve empregar “tampouco” e “tão pouco”, ou se é a mesma coisa. Claro que não. A primeira forma (tampouco) equivale a “também não”: Não sei, tampouco quero saber. Usa-se “tão pouco” quando pode ser substituído por “muito pouco”: Ela dormiu tão pouco que acordou antipática. Como se vê, as duas formas indicam sentidos diferentes, apesar do grande equívoco de muita gente boa.(Paulo Roberto, jornalista e professor)

O prefeito rejeitado



 

PAULO ROBERTO
Da Redação

Mas do que insensatez, uma espécie de achincalhe ao nosso povo a candidatura do prefeito Almir Melo à reeleição. Falta de senso, para não usar o termo exato.

Rejeição – E tanto isso é verdade que essa candidatura infeliz tem contra a si mais de 56% da rejeição dos canavieirenses.Um percentual nunca visto na história política da cidade.

Senso – Tivesse esse homem o mais mínimo senso crítico, e se recolheria à insignificância do seu nome no conceito quase unânime da cidade, como prefeito. Sem dúvida, o pior que já tivemos.

Persona non grata - O atual prefeito de Canavieiras, Almir Melo (PMDB), ainda não caiu nas graças do povo. De acordo com informações, até a vice-prefeita estaria evitando contato com o gestor. Que vergonha!!!

Quem é mais bandido, o político ou o eleitor?



As promessas são as mesmas, e as mesmas são as intenções, que não são outras que o empalmar o poder. Novamente tenho pena do povo, a grande vítima dessa gente sem escrúpulos. Farinhas do mesmo saco.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

...E em Itabuna!!!





PAULO ROBERTO                        
paulorobertodasilvap@yahoo.com.br

Fala-se em reforço do aparelho policial como forma de acabar com a criminalidade urbana, e eu sou franco em dizer que isto não resolve. O crime tem recantos imprevisíveis.

Código – Sem que haja uma reforma, radical, do Código Penal, como quer a sociedade honesta, tudo continuará do mesmo jeito. Com a certeza da impunidade. É isto.

Estado – A presença do Estado na ruas, representada pela polícia, de nada adianta, visto que a ordem desde muito cedeu ao crime. Ou se reforma a legislação, ou nada feito. Sem dúvida.